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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Cúmplice

Do seu simples afago, palavras vivenciadas, narradas ao pé do ouvido que me lembra historinhas de carochinha, ao conto de encontros triviais de uma vida presente. Vida desmarcada pelo tic tac do relógio, sendo apenas submersa no sentimento do coração...

Ganhando a minha admiração de sua liberdade,

não esta escrita nos livros de história, ou em algum ponto de filosofia,

mas sim a que vai de linguagem de almas para almas....

Você me renasce dentro de mim uma moça, criança, mulher, uma poesia cinestésica...

elevando a minha lucidez na mais perdida inocência,

fazendo que tudo se torna mais brilhante, mais gostoso,

e o melhor de tudo,

Uma reciprocidade transporta de alma para alma,

transformando o tempo num tempo eterno


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