Páginas

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Um Pedido I

Nada de "Eu te amo" e mesquinharias similares, a não ser que a vazão desse sentimento não me custe a minha cara, preservada e paparicada Liberdade. Não confundamos o costume e a tradição da monogamia e do amor erótico romântico e cristianizado com o "amor natural". O amor insinuado pela ideologia dominante, e do qual raros verdadeiramente se safam, desgasta o prazer, desfaz a amizade, cosome a autonomia, implica a lucidez, faz a liberdade lembrança e a individualidade nostalgia.
Só lhe peço para não adoecer minha existência, não atrofia o meu corpo para um capricho seu vampiresco...não me veja como metade, não me peça em casamento, somente me faz gozar com seu erotismo, me toque com sua solidariedade...sim é o que quero e nada mais além,

Meus amantes somente vos suplico...só quero viver da única forma mais humana...da forma mais suportável...

3 comentários:

  1. Maravilhoso!
    Isso lhe torna um ser palpável e verdadeiro...
    Eu te entendo e compartilho das mesmas palavras.
    Um grande beijo,
    Mari

    ResponderExcluir
  2. Excelente texto...bjs

    Gilson

    ResponderExcluir
  3. Olá.
    Nossa lindo e profundo...alías, é sua cara, parabéns por ter um lindo carater!!

    Beijos.

    Paulo

    ResponderExcluir