Páginas

terça-feira, 13 de outubro de 2009

olhar...


Se o medo está dentro, esvai pelos olhos. Nos olhos, mantém-se a dualidade do fogo e da água. Da razão e do sentimento. Da luz e da penumbra. São o órgão do prolongamento de si mesmo e do outro. Que não mente, porque tudo pode mentir, menos o fundo dos olhos. No momento da fusão, da emoção, os olhos  que se transformam no mesmo olhos que são vistos. Por estarem situados na parte superior do corpo, a mais próxima do céu, os olhos sempre forma imaginados como expressões de forças impenetráveis...
(será que realmente impenetráveis assim?!)


Nenhum comentário:

Postar um comentário