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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Ao dias comuns

Nos dias comuns as tipologias são de grande utilidade. O tempo em comum as pessoas recusam as estatísticas , não existe comercialização da comunidade. No decorrer desses dias as pessoas adquirem certa imunidade aoconsumo drástico. Réplicas da multiplicidade são adoradas mediante rituais laicos que preocupavam aqueles que preferem os dias menos compartilhados.

Nos dias comuns, a arte pública é desnecessária por natureza faz um pacto tão íntimo com o real que nada está separado. As moradias unifamiliares são impossíveis. O trajeto de carro é desnecessário porque se tornaria eterno a partir do momento que saísse da garagem. Todo transporte é público e cada bilhete se repete sem lucro.

Nos dias comuns, as pessoas tem privilégios de atleta e atingem elaboradas condições ergonômicas.

A geometria, o caos e as medidas regulares transformam-se em cálculos corruptos. Um narcisismo suave faz com que os tempos sejam líquidos.....e teme-se inudações.

2 comentários:

  1. Rssss adoro quem me faz sorrir assim
    nos dias comuns, ultimamentira-se,
    só se escuta
    KKKKKKKKKKKKK e é tão perigoso...

    Meu, o mundo real também tá foda, ontem
    ouvi o tempo que resta para minha mama, e
    isso creio que vai assolar o mínimo que me, de tempo e de tudo, resta, ae

    É como prever tsunamis maiores que antes conhecidos!!!

    Se eu desaparecer ou chorar de repente
    desta vez, não vai ser só poesia

    beijo

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  2. é durante os dias comuns que tudo de fundamental na vida acontece...a morte e o amor acontecem em dias comuns

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