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sexta-feira, 30 de julho de 2010

|Transcedente

Por Mauricio Nascimento

Mourisca celebra quase manhã
No porto silêncio das noites frias
Que assolam seu corpo entrerijo
A balouçar por entre caminhos
Que me conduzem aos montes horizontes de devaneios
Perdido por entre as nuvens, sons, cheiros,
Formas que imagino em sensações

Mourisca em verde degusto
Combinação de paladares combinados
Perdidos no elã do tempo
Em sempre pretérito infinito
Dos olhares a me dizer o mundo

Mourisca a se revelar em plagas
Trilhas de formas cambiantes
Misturadas ao apelo de um pobre
Fascinado por viver o incerto
Do curso que revela o universo

domingo, 11 de julho de 2010

As vezes é preferível deixar as palavras se dissolverem no vento do que juntá-las num folha de papel ou "caixa virtual"... Por oras estou um pouco assim, mas eu volto!